
O que tem chamado a atenção no mundo da cultura pop é o jogo Call of Duty: Modern Warfare 2 (R$ 249), novo capítulo da respeitada e popular série de guerra Call of Duty.

Foram as melhores 24 horas de qualquer produto lançado pelos diferentes meios de entretenimento (para se ter uma ideia, o Blu-Ray de Batman - O Cavaleiro das Trevas vendeu 600 mil unidades, rendendo no mesmo período US$ 21 milhões; e o livro Harry Potter e as Relíquias da Morte - último da série - vendeu 11 milhões de cópias e rendeu US$ 207 milhões), com a produtora norte-americana Activision embolsando do dia para a noite receita de US$ 310 milhões. Nos primeiros cinco dias os números chegaram a US$ 550 milhões. Hoje, a marca atingida passa do US$ 1 bilhão - e contando.
Segue o trailer.
No game em primeira pessoa, o jogador comanda personagens que viajam pelo mundo por paisagens como Rússia, Estados Unidos, Afeganistão e Cazaquistão, além de visita à Estação Espacial Internacional, em combates de guerra.


O grande investimento na sua produção se reflete na forma como o universo dos games é visto nos dias de hoje. O setor ganhou respeito e move bilhões de dólares anualmente. A chegada da recente geração de videogames foi fundamental para o bom momento do mercado e, em especial, do jogo em questão. "Essa é a geração de mais sucesso, mais marketing e mais dinheiro rolando. Ela conta com técnicas fantásticas de gráficos e de reprodução de um enredo jamais vistas", comenta o jornalista.
Além de todo o fenômeno envolvendo Modern Warfare 2, chama a atenção o fato de que uma das fases se passe no Rio de Janeiro. O objetivo é subir determinada favela carioca em busca de terroristas estrangeiros escondidos no local. A participação do cenário nacional tem causado diferentes reações.

Resta saber se os cariocas gostaram ou não de sua participação. Reza a lenda que eles se sentiram ofendidos por mostrarem apenas as coisas ruins que ocorrem nas favelas. Mas assim como foi com o episódio dos Simpsons que satirizou o cenários brasileiro, parece que a população ainda não está preparada para rir de si mesma. Mas quem sou eu para falar de conceitos e pré-conceitos?
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