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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Filmes se Expandem Para os Quadrinhos

O caminho mais ‘natural’ do entretenimento mostra diversas histórias em quadrinhos servirem como base para que outras centenas de produções cinematográficas apareçam. A popularidade das duas linguagens é enorme e sua união é comum. A surpresa atual é que contos nascidos nas telas estão se expandindo para as páginas das HQs.

A saga Star Wars foi uma das precursores desse caminho dos filmes para as HQs. Os filmes em questão abrangem todos os estilos possíveis e não só ficção científica. O mais recente a ganhar versão desenhada é O Besouro Verde, do diretor francês Michel Gondry. Após ganhar um prelúdio, as ações do playboy Britt Reid e seu ajudante Kato agora seguem em sua própria publicação. A obra não foi lançada no Brasil e ainda não há previsão de chegar em nossas bancas.

Outra aventura que ganhou uma revista especial é Tron – O Legado, de Joseph Kosinski. O longa é continuação de Tron – Uma Odisséia Eletrônica (1982) e os acontecimentos dos mais de 20 anos que passam entre os dois títulos é apresentado em Tron – The Betrayal, também não lançado por aqui.

Algumas produções que estiveram presentes ontem na festa do Oscar também não ficam de fora da tendência. O western Bravura Indômita, dos irmãos Joel e Ethan Coen, mudou de universo quando a produtora do filme resolveu inovar a propaganda de seu lançamento no Reino Unido. A HQ True Grit – Mean Business tem como protagonista o xerife Marshall ‘Rooster’ Cogburn (vivido nas telas por Jeff Bridges) e mostra seu encontro com a pequena Mattie Ross em um tribunal. Seu diferencial é que ela somente existe no meio virtual, podendo ser baixada gratuitamente no site ComiXology.

Quem também aproveita a internet para se envolver com os quadrinhos é o inventivo A Origem, de Christopher Nolan. Inception – The Cobol Job se passa antes de toda a movimentação de Dom Cobb (papel de Leonardo DiCaprio) e sua equipe em implantar uma ideia na cabeça de um homem. Ele pode ser baixado neste link.

Uma das poucas adaptações a chegarem oficialmente no Brasil é Crepúsculo – Graphic Novel Volume 1 (Intrínseca, R$ 29,90, 224 páginas). Ao contrário do títulos já citados, o livro busca versão mais fiel ao conto romântico escrito pela norte-americana Stephenie Meyer. A artista coreana Young Kim aproveita o estilo do manhwa – como é conhecido o quadrinho feito em sua terra natal (não confundí-lo com o popular mangá japonês) para transformar a história de Bella e do vampiro Edward em belas ilustrações.

Esse tipo de movimentação mostra que Hollywood continua a ser uma grande indústria do entretenimento em geral.


See You in The Other Post

segunda-feira, 12 de abril de 2010

'Animaq' Traz Desenhos Animados de A a Z

Os desenhos animados têm marcado diversas gerações. Não à toa fazem parte de grande parte da infância e, por que não, de toda a nossa vida. Com o objetivo de catalogar essa divertida lembrança foi lançado Animaq - Almanaque dos Desenhos Animados (Matrix Editora, R$ 45, 320 páginas), que tenta traçar um panorama do gênero no Brasil.

"Fizemos um almanaque com um estilo de enciclopédia de A a Z", explica o jornalista Paulo Gustavo Pereira, responsável pelo projeto. "Quis reunir todos os seriados animados que passaram por aqui desde 1950 (quando a televisão chegou ao País) até hoje e tentar não deixar nenhum de fora."

O complicado levantamento demorou cerca de dois anos para ficar pronto e nasceu durante as pesquisas realizadas para o Almanaque dos Seriados (2008), do mesmo autor. No período, ele encontrou um site no qual existiam informações de uma grande gama de animações e resolveu guardá-lo para mais tarde. Quando a ideia foi aprovada, iniciou nova jornada atrás das mais diferentes atrações.

É possível conhecer um pouco sobre a octagenária Betty Boop, criada na década de 1930, mas que chegou às telas brasileiras em 1988 com o filme Uma Cilada Para Roger Rabbit, no qual faz participação. A produção é sensacional chama a atenção por misturar personagens de diferentes produtoras, casos da Warner Bros. e Disney, além do fato de misturar figuras animadas com atores reais em divertida história. Segue um trailer pra quem não conhece.



Outra curiosidade fica em torno da dupla Jambo e Ruivão, de 1957, tido como desenho precursor dos estúdios Hanna-Barbera.Doze anos mais tarde nasceria uma das franquias de maior sucesso no ramo: o carismático cachorro Scooby-Doo (abaixo). Além dos desenhos, o personagem já rendeu games e filmes para o cinema.

Na década de 1980, chegaria às telinhas as confusões de Os Simpsons. A aprovação do público é tamanha que não há planos para dar fim às suas temporadas. A trama envolvendo caçadores de recompensa em um mundo futurista ­ além da brilhante trilha sonora jazzística ­ deu fama ao animê Cowboy Bebop (abaixo). A mistura de ação ao som de jazz é muito bacana e qualquer episódio e seu filme são mais do que recomendáveis.

Os quase oito meses que foram precisos para escrever Animaq dividiram as emoções de Pereira. "Me deixou alucinado no ano passado, mas foi um trabalho muito divertido." Aos 51 anos, recorda das primeira vezes em que teve contato com os desenhos animados, quando tinha entre 5 e 6 anos.

Uma de suas principais lembranças é de juntar-se ao pai para acompanhar as aventuras de Jonny Quest (1964) nos sábados à tarde. Além de ser um guia para os fãs, o livro é cercado por um forte apelo emocional. Cada atração mostrada faz com que o leitor volte no tempo e relembre a época em que assistia à determinada animação. "Tive reações diferentes de diversas pessoas com o livro. É divertido observar como cada um lida com essas emoções", diz Pereira.

O jornalista recomenda que todos acompanhem desenhos animados e avisa: "Quem não assistiu a desenhos e não viveu bons momentos em frente à televisão, ou é serial killer ou se tornou político em Brasília." Fica o alerta e a dica de uma ótimo publicação sobre uma das mais queridas lembranças de nossas vidas: os desenhos animados.

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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Estagiários Protagonizam Caso de C.S.I.

A série televisa C.S.I. ­- Crime Scene Investigation é a mais popular do gênero policial. Semanalmente, novos episódios são apresentados mostrando a equipe especial de agentes tentando desvendar os mais complicados crimes. A atração é tão bem recebida pelo público que fez com que duas sucursais do seriado fossem abertas nas cidades de Nova York e em Miami.

Seu universo agora é expandido além da televisão e invade o mundo das histórias em quadrinhos, ou melhor, o mundo dos mangás com o lançamento de CSI: Investigação Criminal ­ - Estágio de Risco (NewPOP Editora, R$ 14, 160 páginas).

A publicação conta a história de um grupo de estagiários que acaba de passar por disputado processo de seleção do programa da polícia de Las Vegas para trabalhar como aprendizes dos representantes da divisão de investigação criminal. O foco do enredo gira em torno de Kiyomi, garota pobre que batalha muito para estar entre os cinco jovens que farão parte do projeto. O trabalho fará com que forme equipe com Damian, Christof, Kirin e Gregory.

Em meio a apresentação do local de trabalho do grupo e das aulas que tem junto a peritos como o Dr. Robbins, chefe dos médicos, e o detetive Gil Grissom, líder da unidade, é mostrado como eles lidam com sua nova vida. Alguns demonstram não ter estômago forte o bastante ao entrar em contato pelaprimeira vez com um cadáver, enquanto outros são fascinados pelos avançados aparelhos tecnológicos utilizados na resolução dos crimes.

O quinteto tem como primeira missão investigar o asasinato da jovem Greta Yates, que estava no primeiro ano do ensino médio e estudava no colégio Las Vegas, assim como todos os estagiários. O fato faz com que Kiyomi se sinta na responsabilidade de ajudara descobrir quem é o asasino, sendo que o crime poderia ter ocorrido com algum conhecido ou, até mesmo, com ela, além de ela se identificar com a vítima.
O grupo mostrará que não é de meros novatos em relação à investigação forense, estilo adotado pela unidade criminal que mistura ciência e leis e que analisa as inconsistências do comportamento humano. Eles furtam arquivos importantes,invadem salas de autópsia e observam detalhes que nem mesmo os verdadeiros CSIs conseguiram enxergar. As pistas os levam a conclusão de que alguém que tenha conhecimento sobre o método de investigação forense é o assassino.

Segue um trailer da publicação (detalhe para o fato das histórias em quadrinhos ganharem trailers nesses últimos tempos). É só apertar o play.



A HQ de origem norte-americana tem roteiro escrito por Sekou Hamilton e os desenhos ficam a cargo de Steve Cummings. A dupla aposta no tradicional estilo japonês devido a sua popularidade entre os leitores, mas todo o trabalho não justifica a escolha.

A protagonista Kiyomi poderia muito bem ter um nome ocidental. Entretanto, parece que a opção pelo projeto em mangá os obrigou a lhe dar uma identidade japonesa. As páginas em preto e branco chegam a atrapalhar em alguns momentos, como quando estão na cena do crime e fica difícil identificar o que é sangue e o que é sombra.

Destaque para o fato da presença de versões em quadrinhos de personagens conhecidos da série. Apesar de tudo, o enredo segue um pouco a linha do seriado televisivo e ajuda os leitores que não conhecem C.S.I. a terem uma leve noção do que se trata a atração. Claro que o caso é bem mais simples dos que os que são apresentados geralmente, porém nada que não seja de se esperar em uma história em quadrinhos para o público infantojuvenil.

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terça-feira, 30 de junho de 2009

Trailer de The Last Airbender

Nota rápida e um pouco atrasada, mas vale lembrete aqui nas ideias jogadas ao lixo Vamo lá.

Foi divulgado o primeiro teaser trailer do filme The Last Airbender, que traz aos cinemas adaptação da série animada Avatar: The Last Airbender, do canal Nickelodeon. O longa é o novo projeto do diretor M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido, A Dama da Água). Sem mais delongas, segue abaixo o rápido, mas muito bem feito, trailer.



O desenho não é TÃO popular assim, mas até que é bem bacana. A trama é o seguinte: em uma era longínqua e perdida, a humanidade divide-se entre a Tribo das Águas, o Reino da Terra, a Nação do Fogo e os Nômades do Ar. Cada nação possui uma entidade notável conhecida como Benders (conhecidos pelo público brasileiros como Dobradores), capazes que manipular seu respectivo elemento nas Bendings, lutas que misturam artes marciais e poderes mágicos.

Para equilibrar as forças entre as quatro comunidades, a cada nova geração surge um ser especial, o Avatar, que controlas os quatro elementos. Nessa era, o esperado Avatar é Aang (Noah Ringer), garoto de 12 anos que ainda precisa controlar todo o seu poder para enfrentar Zuko (Dev Patel).

A ideia é legal e tudo mais, mas acredito ser um pouco fantasiosa demais para chegar aos cinemas de uma forma convincente (bem que muitos filmes já me calaram quanto a esse sentido, o que é algo muito bom). Espero que Shyamalan volte a fazer boas produções e não me venha com outro longa no nível de Fim dos Tempos. A estreia esta programada para 2 de julho de 2010 (tá longe ainda...).

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Kaiba - Um anime que vai te impressionar!



Galera,

Esse é meu primeiro post, e quero dizer que é um grande prazer começar a trabalhar com esse bando que revira o lixo e coloca em evidência um pouco da cultura pop que nos rodeia!

Sou Nerd, Adoro animes, Leio MUITO, já assisti todos os episódios de todas as séries de StarTrek (inclusive a série animada horrível), curto rock das antigas e tenho afinidade com jazz, mbp e blues de qualidade, Sou engenheiro e minha profissão está relacionada com desenvolvimento de software. Bom eu acho que isso dá uma idéia do que esperar dos meus posts!

Bem, chega de apresentações!

Hoje vou falar de um anime chamado Kaiba! Assisti ele na semana passada e fiquei MUITO impressionado com o formato visual e com a forma como a história foi narrada.



O enredo é baseado no fato de existir uma tecnologia capaz de transportar as memórias dos indivíduos de um corpo a outro. Aqueles que tem condições podem mudar de sexo, mudar de corpo, mudar de forma como se troca se roupa.
A sociedade em geral é fútil e desestruturada, as pessoas dão pouco valor a vida.



A história começa quando um homem acorda em uma sala vazia. Ele não tem memórias e em seu pescoço está um colar com a foto de uma mulher. De repente ele é atacado e consegue escapar iniciando assim sua busca pelas próprias memórias. Durante esse processo se depara com os problemas de um mundo moralmente deturpado e com seus próprios problemas existenciais. Durante essa busta ele troca várias vezes de corpo e de sexo.



Bem!! É uma história para quem curte uma provocação inteligente! O anime é introspectivo, adulto e requer atenção. Não é pra quem está afim de matar tempo na frente da TV. Na minha opinião um dos melhores animes de 2008.





Outras obras do diretor Masaaki Yuasa:

Chibi Maruko-chan (1990) - animação de abertura e término (primeira temporada)
Crayon Shin-chan (1992) - animação de abertura (quinta e sexta temporada) e animação de término (terceira e quarta temporadas), diretos de animação dos episódios 48, 126, 260, 291 e especiais
The Hakkenden (1994) - Diretor de animação do episódio 10, "A Ressureição de Hamaji’s"
Noiseman Sound Insect (1997) - Diretor de animação, Design de personagem
My Neighbours the Yamadas (1999) - Animador
Cat Soup (2003) - Produtor de animação, Screenplay, Planejamento
Mind Game (2004) - Diretor, Screenplay
Samurai Champloo (2004) - Animador (episodio 9)
Kemonozume (2006) - Diretor
Genius Party (2008) - Curta da máquina feliz
Kaiba (2008) - Diretor

Pra quem quer mais informações:

Anime Database: AniDB

terça-feira, 5 de maio de 2009

O caderno da morte


Senhoras e senhores. Nesse final de semana 3 dos trashers foram ver a peça "O Caderno da Morte". Uma peça adaptação do mangá "Death Note". Uma obra muito conhecida no Japão e vem conquistando fama nas terras ocidentais também.

Pra quem não conhece, vou falar um pouco do mangá. Death Note é escrito por Tsugumi Ohba e ilustrado por Takeshi Obata. Se tornou famoso com uma história densa e empolgante. Ganhou uma versão live Action em dois filmes com o mesmo título, além é claro do anime.

Em terras tupiniquins a Cia Zero Zero de teatro fez uma ótima adaptação dessa história. Essa companhia de teatro é constituída por atores que se formaram na Unicamp e já trabalhou com grandes atores. Algumas de suas peças chegaram a ganhar prêmios bacanas. A diretora Alice K. é uma diretora de calibre, atuou em grandes peças e estudou muito sobre o Japão para nos trazer essa peça.


Na peça (no manga e no filme), a história fala sobre um jovem garoto chamado Raito que encontra um caderno estranho. É o caderno da morte onde quem tiver seu nome escrito nele morrerá. Raito então utiliza esse caderno para fazer justiça com suas próprias mãos até se tornar um serial killer. Nesse meio tempo um time de investigadores formado pelo pai de Raito e L (o melhor detetive do mundo) fazem de tudo pra descobrir quem é Kira (alcunha pela qual o assassino fica conhecido). Personagens como o real dono do caderno, o Shinigami Ryuuku (um deus da morte) encontra o novo dono do caderno para ser uma espécie de consciência e trazer o personagem principal numa trama forte entre o certo e o errado botando em questão os princípios da lei.


A peça chega ser mais completa que o mangá e o filme por ter além da narrativa que é feita não só para os fãs da série, mas também para os que não conhecem, tem alguns alívios cômicos com referências pops muito interessantes. O uso de um cenário muito criativo e profissional, ensaios extremos para cenas mais elaboradas em termos de diálogo e um número surpreendentemente pequeno de atores, que se caracterizam e descaracterizam para fazer parecer que tem o dobro de atores, interpretando extras e personagens secundários.

Atuações memoráveis e carismáticas, uma direção firme, artifícios criativos de iluminação e de posicionamento de palco. Essa peça é algo que eu nunca vi: profissionais fãs realizando um trabalho emocionante e altamente competente. Os atores são extremamente simpáticos ao conversar com o público, solícitos, interessados nas reações, só podemos tirar a conclusão de que amam o que fazem. E é assim que se faz arte da melhor maneira possível.



Sinceramente, quando ouvi a primeira vez sobre a peça, quando começaram a apresentação em Campinas, achei que fosse uma iniciativa de otakus que usam Cosplay. Assistir a peça me trouxe outro parâmetro e me provou que eu estava completamente enganado! E a prova de que a peça atinge inclusive quem não é fã de mangá é o nosso colaborador Silas, que integrou a equipe assistindo a peça e ele diz que: "Cresci vendo Dragon Ball Z e Cavaleiros do Zodíaco, Samurai X, Patlabor. Pouquíssimos artistas no mundo conseguem realizar obras tão completas, intensas, poéticas ou enlouquecedoras como Paprika, Akira, Vagabond, e tudo o que o Hayao Miyazaki toca. Mas tenho aversão extrema à Animeinvasion. Aparentemente tudo revolve ao redor de histórias fracas e personagens posudos, lembrando demais HQs americanas. Então, qual foi minha surpresa ao ver uma peça de teatro baseada num animê recente, e uma peça excelente. A história é muito bem trabalhada, conseguindo explicar tudo de importante mesmo àqueles que nada sabem da trama." (Veja o que o Silas achou por completo aqui)

Conheçam um pouco mais da peça e como eles estão, além de saber onde está rolando a peça. Todas as informações legais no blog deles: http://cadernodamorte.blogspot.com/


Esse post foi uma colaboração de Gravata, Silas e Yuki

segunda-feira, 30 de março de 2009

Mangá Ltda - Gake no Ue no Ponyo

Senhoras e senhores, dessa vez um ídolo meu no Mangá LTDA. Um mestre dos filmes animes, e de histórias inigmáticas da cultura japones. O metre Hayao Miyazaki.

O cara que trouxe títulos fodas ganhadores de megaprêmios, um deles inclusive ganhador de Oscar de melhor animação, Hayao é criador das histórias Nausicaa, Princesa Mononoke, Porco Rosso, Cemitério dos vagalumes e os famosos aqui Meu vizinho Totoro, Viagem de Chihiro e Castelo Animado.


Miyazaki ficou famoso por conta da sua primeira animação conhecida, o Nausicaa. Com suas histórias intensas, cheias de críticas à sociedade e além de lições morais, ele criou um mundo fantástico na animação japonesa, se sobresaindo dos outros mangakás e trazendo histórias emblemáticas.Seu estúdio (O estúdio Ghibli) ficou famoso e usa em suas imagens o personagem mais famoso do Miyazaki e o mais carismático também, que é o Totoro, um mega urso gigante e "fofo". Os estúdios Ghibli são fodas por vários motivos que vou falando no post.
Mas porque estou falando do Miyazaki hoje? Porque em junho deste ano teremos por aqui o filme "Gake no Ue no Ponyo", o mais novo filme dos estúdios Ghibli e dirigido pelo Hayao Miyazaki. E por conta disso estou estasiado!

Os filmes dos estúdios Ghibli tem aquela aparencia infantil, uma temática infanto juvenil e críticas bem adultas mascaradas em metáforas infantis! São belos nuances disfarçados que tornam o filme belo. Além disso existe um capricho muito grande nos detalhes e na produção, que tornam os filmes animados ícones. Quer exemplo?

Os filmes do Estúdio Ghibli são feitos com 30 desenhos por segundo! E inteiramente feitos a mão! A engenharia de som são gravados especificadamente para cada detalhe! Chegam a ponto de ir numa cachoeira perdida no meio do nada pra gravar um som específico!

Por conta disso tudo, o novo filme de Miyazaki, o "Gake no Ue no Ponyo", promete ser um mega filme logo de cara.



Nesse filme a história contada é sobre Ponyo, uma peixinha dourada que deseja no mais profundo de seus sentimentos ser um humano. Ela encontra Sousuke, um garoto de 5 anos que que a ajuda nessa busca.

O filme estreou nas telonas do japão no meio do ano passado (2008) e vai sair no meio deste ano aqui no Brasil pela playart. Pelo menos lá no Japão foi um sucesso de bilheterias, e do jeito que as coisas vão, terá números bons aqui também.

Já foi dito pelos caras do estúdio Ghibli que o maior desafio deles foi transmitir emoções e detalhes assim pelas águas, visto que o filme se passa quase 80% no mar. Isso é algo que puxa o que falei sobre os detalhes nos filmes deles.

Então vamos esperar para a vinda desse mega filme! Veja o trailer aí:




Um abraço maluco doido!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Mangá Ltda - Remake de Mazinger Z

Com a onda de remakes de clássicos dos animes robóticos malucos, como os que postei aqui, mais um anime de robo gigante que salva a terra ganha remake.

O clássico dos animes dos anos 70 chega nesse ano com 26 episódios novos, com uma animação bem feita e misturada com 3D. o Clássico é o Mazinger Z, o nome do original é Shin Mazinger Shougeki Z-Hen.


O mazinger Z Refeito...

O Poster do anime antigo remasterizado

Muitos não conhecem a série pois o anime é antigo pra caramba e não tenho certeza se chegou a passar no Brasil. Mas o modelo do robô é bem conhecido, tanto que num rolê pela Liberdade você encontrará toneladas de bonecos do Mazinger Z.

Não sabe ainda qual é, veja aí a introdução do anime antigo:


A história do Mazinger Z é sobre um robô mecha construído pelo Professor Juzo Kabuto como uma arma secreta contra as forças do mau representados pelo Dr. Hell e suas Bestas Mecânicas. E bom... esse é o argumento principal, em cada episódio é uma luta entre robozões e tals.

A primeira versão do mangá dessa história saiu pela Shueisha na revista Shonen Jump em 1972. Virou destaque na revista ganhando o anime e um mangá só dele.

O Autor do mangá é o Go Nagai e o anime que foi pras tvs no Japão 3 meses depois do lançamento do mangá, foi dirigido porYugo Serikawa, Toshio Katsuta, Tomoharu Katsumata, Tokue Shirane e Nobuo Onuki. O anime foi produzido pela Toei Animation.

Para saber um pouco mais sobre a nova produção o site oficial é: www.shin-mazinger.com (sim... está em japonês)

quarta-feira, 4 de março de 2009

Anime de Death Note chega ao Brasil

Ação, suspense e perseguição. Essas são as premissas de Death Note, anime que estreou ontem (03/03) no canal fechado Animax, especializado em desenhos animados orientais. A atração irá ao ar as terças, às 22h. O anime japonês é muito aguardado pelos fãs brasileiros.

Considerado um dos melhores enredos da nova safra da cultura nipônica, death note conta a história de Ligh Yagami (acima, com o caderno em mãos), brilhante estudante que vê sua vida mudar quando encontra um estranho caderno sobrenatural, o death note. O artefato foi deixado na Terra por Ryuk, um deus da morte, e tem o poder de matar qualquer pessoa que tenha seu nome escrito nele. O plano de Ligh é fazer com que o caderno elimine perigosos criminosos e que o mundo fique mais seguro.

Como a origem das mortes é desconhecida, o garoto fica conhecido pelo nome de Kira (uma versão da palavra em inglês killer, que significa asasino, para a pronúncia em japonês). Mas os misteriosos asasinatos chamam a atenção da polícia, que designa o lendário detetive L (acima) para investigar o caso.

A publicação já foi lançada por completa no Brasil e seus doze volumes ainda podem ser encontrados em lojas especializadas. O sucesso da história rendeu alguns games e duas versões para os cinemas ­ que não chegaram por aqui oficialmente. Até mesmo uma rápida novela envolvendo os personagens foi ao ar no Japão.




Além do anime, o público poderá conferir uma adaptação teatral da trama. A peça O Caderno da Morte (abaixo; Foto de Alexandrre Sales) entra em cartaz no Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1.000. Tel.: 3397-4002) no dia 24 e segue até o dia 30. O espetáculo também faz parte do projeto Viagem Teatral, do Sesi, e é uma das treze atrações que irão passar por treze do Sesi até o final do semestre. A programação completa pode ser conferida no site da entidade (http://www.sesisp.org.br/home/2006/sociocultural/viagemteatral.asp).

Quem disse que brasileiro não gosta de cultura japonesa? Gosta tanto que traz uma história como a de Death Note em diversas formas, tanto em mangá, anima e, até mesmo, um espetáculo nacional teatral. Vale a pena ver ao menos uma dessas adaptações. Mas quem sou eu para dar dicas culturais?

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Mangá Ltda - Michiko e Hatchin

Quando o assunto é anime, ficamos loucos já querendo saber, porque eu sou fã desse tipo de animação e fiquei louco quando soube dessa. A notícia não é nova, mas vou falar um pouquinho que já vi alguma coisa a respeito.

Michiko e Hatchin. Esse é o nome do anime que estou a falar e com certeza não sou o único que falo a respeito. Esse anime já começa a ter em minha concepção de ser foda pelo simples motivo a ter sido produzido pelos mesmos caras que produziram 'Cowboy Bebop' (um anime ultra foda demais) e 'Samurai Champloo' (Um outro anime super ultra foda demais) a Manglobe. Os desenhos ficou por conta de um desenhista ultra foda e ícone no Japão, o Hiroshiro Shimizu, que você deve conhecer por animações como 'Ghost in the Shell' (se não viu esse se mate) e dirigido por Sayo Yamamoto, no seu debute como diretora. A coordenação musical ficou a cargo do cara que dirigiu 'Cowboy Bebop' e 'Macross Plus' (quem diria!), o senhor Shinichiro Watanabe, outro cara fodão.

Essa animação é nova e está em produção. O pessoal da Manglobe mais o desenhista e diretor passaram uns bocados de tempo aqui no Brasil, em especial no Rio de Janeeiro estudando tudo por aqui para fazer a série. Saca só a introdução teaser e etc abaixo:



A série se passa na parte barra pesada do Rio, na favela da Rocinha. Muitas cenas de ação e perseguições, pelo menos é o que se mostra aí nesse vídeo. A trilha sonora dirigida por Watanabe foi produzida pelo brasileiro Kassim (+2 , Artificial, Orquestra Imperial), marido de Hiromi Konishi, a coordenadora do projeto do anime. Na trilha encontramos nomes conhecidos da música popular brasileira, e principalmente carioca, como: Thalma de Freitas, Nina Becker, Bnegão, Wilson das Neves, Ritchie e o próprio Kassin. Já a música de abertura, “Paraíso”, foi gravada pelo grupo japonês Soil & “Pimp” Sessions. Antes de assistir o anime já estou ficando louco.

No Japão só começou a ser exibido em outubro e já parece ser um grande sucesso. Mas isso atribuo à produtora que tem a fórmula pra isso.


Não sei como vai ser a história, e muita gente deve estar falando que é favela e gostosas e violência como sempre. Mas sei lá... acho que isso faz parte de nossa realizade, não? Se não for pra ser assim façamos um anime espacial baseado no Brasil, super fiel a realidade! ahahahahaha.

Brincadeiras a parte, acho que é um anime que vale muito a pena. Mesmo que a história não seja fiel, um anime não necessariamente precisar ser fiel à realidade, certo?

Chega de história, vou fugir um pouco da realidade.

Abraço maluco doido!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Mangá ltda...


Senhoras e senhores, essa é a inauguração de um novo quadro que faltava aqui. Sendo que já prometemos falar sobre quadrinhos e... de vez enquando o nosso amigo Lipera fala sobre, não poderia faltar o mangá aqui, já que eu e o Gravata somos apreciadores do mangá também.

Essa abertura vêm a tona por causa dos filmes remakes das obras do pai do mangá o Ossamu Tezuka e outro mestre Mitsuteru Yokoyama.

A produtora de animações CGI "Imagi" é quem está produzindo os filmes Astro Boy e o que surge a pouco tempo com um teaser T28 (que surgiu do anime do Mitsuteru chamado Tetsujin 28, conhecido nos EUA por Gigantor).

Na imagem temos no topo o Astro Boy versão CGI da Imagi e no meio o Astro Boy remasterizado e o Tetsujin 28 clássico. Embaixo o Tetsujin lutando contra seu arque inimigo no filme da Imagi.

A produtora está aproveitando a onda holiwoodiana de remakes de clássicos e pegou dois grandes clássicos da animação japonesa. As animações de Ossamu Tezuca já ganhou remakes produzidos pela produtora Tezuka, portanto eles só refizeram a animação, mas basicamente é a mesma coisa. O que é interessante!

Vamos ver o que será dessas animações. Ao que parece pelos teasers e etc vai ser foda de bom! E hoje, as animações cinematográficas estão sendo dominadas pelo CGI... Olhem os teasers aqui:

Teaser do Astro Boy



Teaser do Tetsujin 28



Na história dos animes, Astro Boy é um menino robô criado pelo professor Elefante, tem como inimigo o robô Átlas, um paralelo distante de Pinoquio. Em Tetsujin 28 um menino encontra a invenção de seu pai que é um robô gigante que obedece esse menino. Não é que o muleque resolve proteger o mundo de maudade com esse robô?!

Então é isso, quando sair nos cinemas estejamos prontos para ver. Clássicos que nunca serão esquecidos!

Só espero um dia ter o Cyborg 009. Esse anime do Tezuka é foda!