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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Nascimento de Um Ícone Cultural


Em meio a lançamento de filmes, músicas e livros que sempre prometem abalar a cultura pop, o novo capítulo dessa jornada está sendo escrito nos videogames. E não imagine que as aventuras de um encanador italiano ou que a mais perfeita simulação eletrônica de uma partida de futebol estejam causando frenesi. As atenções dos gamers estão voltadas para a revolucionária ação anárquica de Grand Theft Auto 5 (PlayStation 3 e Xbox 360, R$ 199 em média), cujos valores envolvidos o credenciam como estrela na história da indústria.


Desde seu lançamento em 17 de setembro, o jogo da desenvolvedora escocesa Rockstar (responsável por sucessos como Red Dead Redemption e Max Payne 3), parece ter superado as expectativas dos fãs, crítica e de todo o mercado. Enquanto os fãs não param de elogiá-lo, suas vendas – até o momento – já lhe garantiram espaço na próxima edição do Guinness World Records. Entre os títulos mais expressivos estão o de videogame mais vendido em 24 horas (US$ 800 milhões arrecadados de maneira oficial nos Estados Unidos e na Europa), deixando para trás Call of Duty: Black Ops 2 (2012), que lucrou US$ 500 milhões no mesmo período. Grand Theft Auto 4 (2008) rendeu à produtora cerca de US$ 310 milhões no seu primeiro dia nas prateleiras.


“Os números são muito, muito altos. Era esperado que haveria esse boom na indústria, mas não tão rápido nem tão grande. Acho que este é o lançamento mais importante dessa geração e encerra um ciclo com a chegada de novos consoles”, diz Thiago Romariz, editor de games do site Omelete, especializado em entretenimento. “A Rockstar sabe trabalhar o marketing em cima de seus projetos e criar uma expectativa especial. O GTA 5 não só engloba tudo o que a empresa já apresentou, seja em termos narrativos e jogabilidade, e crava, talvez, a experiência definitiva atual dos videogames.”


Além de levar os números do meio dos games a um outra patamar, GTA 5 se tornou um fenômeno cultural. Sua popularidade e lucratividade são tamanhas que o fenômeno foi capaz de ultrapassar o milionário mundo do cinema. Com orçamento hollywoodiano, na casa dos US$ 265 milhões, o jogo se tornou o produto de entretenimento que mais rápido conseguiu US$ 1 bilhão (em apenas três dias). Para se ter uma ideia, o longa-metragem Avatar (2010), o blockbuster que mais arrecadou na história da sétima arte, levou 17 dias para atingir a marca. Sucessos como Os Vingadores (2012) e Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 (2011) levaram quase cinco vezes o tempo do game para também entrar no seleto grupo de bilionários.


Segundo Romariz, os números e a influência dos games na vida das pessoas estão evoluindo de maneira natural e consolidada. “Se é ou não arte, isso não importa. Acredito que os games devem ganhar esse status ao longo do tempo, de acordo com o senso comum. É uma área forte de entretenimento que está cada vez mais sendo respeitada.”

domingo, 2 de janeiro de 2011

Clássicos Retornam Repaginados

Em meio a ideias mirabolantes sobre novas tramas, antigos sucessos também encontram espaço na atual geração de games. Apesar de clássicos, esses jogos são repaginados para retornar mais modernos. A última atualização ocorreu com Goldeneye 007, que chega para Wii.

Baseado no 17º filme de James Bond, a atração manteve as características que fizeram do título ­ lançado em 1997 para o Nintendo 64 ­ um dos maiores sucessos do console: o ousado e simples jogo de tiro unido a seu divertido modo multiplayer.

Detalhe para o fato de a produtora Activision remodelar o espião com as feições do ator Daniel Craig, que vive o personagem atualmente no cinema.

Outros jogos que tiveram recente upgrade foram New Super Mario Bros. Wii, Sonic The Hedgehog 4 ­ - Episode I e Donkey Kong Country Returns. A lista tem a presença de grandes ícones do mundo dos videogames que nunca deixaram o imaginário dos fãs ­ além de terem marcado diferentes gerações de gamers.



Eles podem ter sido deixados de lado por algum tempo, mas mostram que têm força para se manter na ativa.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Michael Jackson Revive em Novo Jogo

O legado musical deixado por Michael Jackson continua a se multiplar mesmo com sua morte. A novidade em relação a imagem do ícone é o game Michael Jackson: The Experience (Ubisoft, R$ 149), no qual o público poderá brincar de fazer as coreografias e cantar os grande sucessos da carreira do cantor.

O jogo chega para as plataforma Wii, Nintendo DS e PSP – as versões para Xbox 360 e PlayStation 3 serão lançadas somente no ano que vem, havendo pequenas diferenças entre as edições de cada console.

Segue um trailer (que ficou muito legal):



Apresentando um avatar com o mesmo figurino e com os mesmos trejeitos do astro norte-americano, The Experience passa por diversos momentos de sua carreira, além de fazer referência aos famosos videoclipes. Não ficam de fora momentos com o grupo The Jackson 5, o início da carreira adulta com o álbum Off The Wall e os hits dos disco Thriller, Bad e Dangerous.

A lista de músicas disponibilizadas irá agradar a todos que gostavam do som do cantor. Beat It, Billie Jean, The Way You Make Me Feel, They Don´t Care About Us, Bad, Will You Be There e Black or White estão entre as 27 canções que podem ser interpretadas.

A ideia é agitar o público utilizando as novidades tecnológicas trazidas pela atual geração de games. Os jogadores não ficam mais presos a movimentos possibilitados pelos joysticks e agora precisam levantar da cadeira para interagir com os jogos.

Dessa forma, é possível que durante a execução de Smooth Criminal, todos tenham de tentar se inclinar o quanto podem para se assemelhar à inusitada coreografia da canção.

Os gráficos não são dos melhores que as plataformas já apresentaram em outros títulos, mas também não chegam a desagradar. A pontuação é semelhante aos jogos de danças que existem em shoppings e é importante entrar no clima da música para se soltar ao máximo com os passos.

O desejo de Michael com sua arte era inovar sempre e talvez consiga deixar sua marca no universo dos games - aproveitando ao máximo as novas tecnologias 'sem fio'.

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

'Rock Band 3' Traz Teclado Para a Festa

Uma das mais lucrativas ideias dos games nos últimos anos foi a união do mundo virtual com a música e a onda parece não ter baixado. O mais novo jogo no mercado é Rock Band 3, que chega com versões para PlayStation 3, Xbox 360, Wii e para o portátil Nintendo DS.

Ele foi lançado nos Estados Unidos no final de outubro e já pode ser encontrado em lojas especializadas - além de suas cópias também estarem disponíveis no conhecido mercado paralelo. O grande diferencial para as edições anteriores e outros games é o acréscimo do teclado como instrumento a ser tocado.

O terceiro volume da série Rock Band conta com um total de 83 canções, que abrangem composições que fizeram sucesso nas décadas de 1960 até os anos 2000. O variado público do game não tem como não gostar de todas as faixas.

Músicas como Break On Through, do grupo The Doors, Get Up, Stand Up, de Bob Marley & The Wailers, Bohemian Rhapsody, do Queen, Crazy Train, do roqueiro Ozzy Osbourne, Walkin’ on The Sun, da banda Smash Mouth, Rehab, da cantora Amy Winehouse e Humanoid, do grupo Tokio Hotel, estão entre as opções.

O repertório inicial pode ser aumentado por meio de downloads, sendo que a rede oficial do game disponibiliza para o público mais de 1.500 faixas para serem compradas online.

Entre os novos atrativos está a possibilidade do jogador ter a sensação de tocar um teclado. Ele poderá tocado quando apoiado em uma mesa ou preso com uma alça nos ombros. O diferencial chega para somar diversão ao lado do já conhecido trio guitarra, baixo e bateria, além do jogador poder se imaginar como vocalista de seu próprio grupo com um microfone em mãos.

O fato de poder substituir instrumentos de corda faz com que não fique restrito apenas a ser utilizado com músicas onde o teclado aparece.



Outra novidade de Rock Band 3 é que os fãs agora terão acesso a um modo profissional do jogo. Para jogá-lo da melhor maneira possível, é necessários que os ‘músicos’ tenham controles mais sofisticados do que os conhecidos.

Misturando as características dos instrumentos antigos e suas versões reais, agora temos guitarras com botões e cordas e uma expansão para a bateria com pratos, sem contar o já citado teclado. Os acessórios só funcionam no modo profissional.

O fôlego dessa vertente de jogos segue com muita força no mercado de games e os fãs do gênero não se cansam de brincar de rocktars. Enquanto as músicas fizerem sucesso, mais versões virtuais elas terão.

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Game da Copa do Mundo Aquece Fãs

Os fãs de futebol de todo o mundo aguardam com ansiedade o início da Copa do Mundo, no dia 11 de junho. Enquanto as equipes não entram em campo, o público pode se aquecer com 2010 Fifa World Cup South Africa, que chegou esta semana às lojas para Xbox 360, PlayStation 3, Wii e para o portátil PSP.

A franquia futebolística da Eletronic Arts é uma das mais esperadas do mercado a cada quatro anos. O game aproveita o trabalho de Fifa 10, da mesma produtora, e inclui cerca de uma centena de mudanças para trazer o principal torneio do popular esporte para o entretenimento eletrônico.

Com ótimos gráficos e boa jogabilidade, o jogo apresenta não apenas os esquadrões que estarão no continente africano, mas todas as 199 seleções que disputaram as eliminatórias para o Mundial. O tradicional modo World Cup recebe a companhia de outras possibilidades, casos de Be a Pro, quando se cria e acompanha seu próprio jogador.

É possível também mudar a história do futebol. O jogador pode tentar evitar a derrota francesa diante da Itália na final do torneio de 2006 ou fazer com a Irlanda dispute a Copa deste ano sem ter sido desclassificada graças a um gol de mão de Thierry Henry.

O game terá atualizações on-line por meio dos consoles conforme as seleções forem sendo convocadas até determinada data. Nos últimos anos, a série Fifa tem evoluído muito e, para muitos, ultrapassou o jogo Winning Eleven como o melhor do gênero.

Comparações a parte, as edições relativas as Copa do Mundo sempre são divertidas e 2010 Fifa World Cup South Africa não fica atrás. Se você não tem um dos games da nova geração (ou um PSP), pode dar uma olhada no que está perdendo neste trailer. Palpite da Copa: algo me diz que Espanha e Argentina irão para a final. Nesse caso, dá-lhe Espanha!!

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terça-feira, 20 de abril de 2010

Heavy Rain Impressiona por Gráficos e Mais

A tecnologia e os meios de entretenimento sempre estiveram ligados, principalmente em relação aos games. O setor atinge atualmente um patamar jamais visto, com atrações tão realistas que podem ser confundidas com filmes cinematográficos.

A maior prova disso é o jogo Heavy Rain (Sony, R$ 199). Exclusivo para PlayStation 3, ele conta com gráficos impressionantes e inteligência artificial inovadora.

A história mostra um intrigante suspense policial em torno das ações do asasino Origami, conhecido por deixar sobre suas vítimas figuras de papel feitas por meio da arte oriental. Quatro personagens lidam com diversas complicações para tentar encontrar o misterioso criminoso. O tema e a presença de cenas fortes, incluindo de sexo, o classificam para maiores de 18 anos.

Apesar de já estar nas prateleiras há alguns anos, a nova geração de consoles parece estar descobrindo seu verdadeiro potencial somente agora. O realismo dos personagens é incrível.

O trabalho visual da empresa japonesa impressiona pelos detalhes em computação gráfica que são vistos ao longo de todo o jogo ­ e não somente em vídeos de divulgação. Fica complicado entender sem jogar, mas o vídeo de apresentação mostra bem como é o game. É só dar o play no trailer.



Outro detalhe que chama atenção em Heavy Rain é a possibilidade de mudar sua trajetória a todo o momento. Cada decisão tomada e ação feita influencia o andamento da história e leva os jogadores a um dos cerca de 20 finais possíveis da elaborada trama.

Algumas atualizações e packs de expansão para o jogo já foram lançados e trazem novas investigações a serem feitas. A ideia é fazer com que sempre exista novidades no mundos de Heavy Rain, misturando ação e o melhor que a computação gráfica pode apresentar.

São por jogos como esse que eu TENHO de ter um console da nova geração em casa (em especial, um PlayStation 3).

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quarta-feira, 31 de março de 2010

'God of War' Termina Trilogia em Alto Nível

A vingança do Deus da Guerra chegou ao fim. Após muita espera, os fãs já podem encontrar nas lojas o jogo God of War 3 (Sony), terceira e derradeira parte de uma das melhores franquias dos games de todos os tempos. A aventura é exclusiva para PlayStation 3 e o preço sugerido é de R$ 199. Um trailer pode ser conferido aqui.

A ação começa exatamente após o término de God of War 2 (2007), para PlayStation 2. No topo da titã Gaia, o guerreiro Kratos sobe em direção ao Monte Olimpo, casa dos deuses mitológicos. A cena mostra que o protagonista continua sua violenta jornada em busca de vingança.

Para os jogadores que gostam muito de acompanhar a história dos games com os quais se diverte, god of war ­ lançado originalmente em 2005 ­ narra as aventuras do espartano Kratos, que vendeu sua alma a Ares, o Deus da Guerra, para vencer uma batalha. O poder conseguido pelo guerreiro o leva a não enxergar nada além da vontade de vencer seus inimigos.

Mas durante um dos combates, percebe que matou sua mulher e filha, o que faz com que Kratos comece a servir os deuses para tentar se redimir do erro. Apesar dos diversos serviços prestados, seu grande objetivo é um confronto com Ares para poder se vingar. Isso sem esquecer de acabar com os outros deuses que o traíram.

Agora, tudo evoluiu. Desde as cenas de ação até as estratégias de combate a serem utilizadas contra cada inimigo, passando pela violência que o antiherói jogável utiliza sobre quem se mete em seu caminho de sangue. É importante lembrar que o jogo é recomendado para adultos.

Com as espadas presas em correntes, o personagem passa por diversos e gigantescos obstáculos. Dessa vez, Kratos terá a ajuda dos generais centauros, que comandam soldadoszumbis altamente destruidores. Um dos destaques dessa edição é a habilidade Eyes of a God, possibilitando ao personagem enxergar caminhos escondidos que um mortal não seria capaz de ver.
O jogo também chama a atenção pelos esplêndidos gráficos e cenários. Isso mostra o poder com o que o game chega em sua estreia em meio a nova geração de consoles. Parece que finalmente as empresas desenvolvedoras de jogos eletrônicos estão aprendendo a utilizar o avançado sistema dos meios caseiros de diversão.


Não por menos, a Sony gastou cerca de US$ 44 milhões naprodução de seu principaltítulo deste ano. "Esta é uma das franquias mais fortes que temos. Com o lançamento de God of War 3, definitivamente, os fãs que ainda não tinham PlayStation 3 migraram de plataforma. Isso mostra a força do título", diz Anderson Gracias, representante da divisão PlayStation na Sony Brasil. A popularidade da marca é tamanha que o título é um dos poucos do console a ser lançado de forma oficial no País.

O trabalho tem recebido ótimas críticas de especialistas e agradado em cheio aos fãs. Alguns o apontam como um dos maiores de todos os tempos dos games. Se depender da vontade de Kratos, todos estarão a seus pés.
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

O ouriço azul está de volta



Não sei vocês, mas eu tenho saudade do tempo em que 'jogar videogame' era só correr para o lado direito da tela pulando em cima dos inimigos e chegando até o chefe da fase. Nada de puzzles que exigem conhecimentos de geometria avançada, jogos de tiro ultrarealistas, controles complicados e ou qualquer outra coisa que a atual sétima geração de games nos proporciona. Simplesmente correr e pular.

Pensando (em mim) nas pessoas que têm saudades destes tempos, que a SEGA (do eterno slogan cantado 'SEEEEEGAAAAAAAA') anunciou nesta semana o quarto capítulo da história linear de Sonic, The Hedgehog. Ou seja, nada de Amy, Rougue, Shadow ou estes personagens que apareceram nas ultimas gerações.

Na opinião deste que vos escreve, Sonic nunca se adaptou ao mundo 3D, ou a SEGA não soube usá-lo bem. Este novo jogo é todo 3D, mas ainda conserva a perspectiva side-scrolling, dá pra conferir alguns segundos disto no trailer do jogo.



Continuando a saga de onde parou, Sonic já ajudou os animais de South Island (Sonic 1), os de West Side Island (Sonic 2, onde conheceu a raposa fã: Miles 'Tails' Prower) e salvou Angel Island do ataque fatal do Death Egg do Dr. Robotnik (Sonic 3 e Sonic & Knuckles, previamente projetados para serem um único jogo), neste ultimo entrou para o lado dos heróis a equidna Knuckles. Agora resta saber como Robotnik pretende enfrentar o ouriço neste novo game, sendo que o 'Episode I' do título nos leva a acreditar que hajam mais capítulos por vir.

O game vai estar disponível para download nas respectivas redes online do Wii, PlayStation 3 e Xbox 360º. O lançamento é no verão americano, por meados de Julho. Até lá o site oficial tem disponibilizado algumas informações de tempos em tempos, as próximas a serem liberadas são as marcadas com cronometros regressivos.

See you Space Blue Runner.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Novo 'Call of Duty' se torna fenômeno

O mais recente fenômeno do entretenimento não se trata de um filme, um novo CD ou um recente programa da televisão.

O que tem chamado a atenção no mundo da cultura pop é o jogo Call of Duty: Modern Warfare 2 (R$ 249), novo capítulo da respeitada e popular série de guerra Call of Duty.

Lançado no fim do ano passado para as plataformas Xbox 360 e PlayStation3, vendeu em seu primeiro dia nas lojas 4,7 milhões de unidades ­ isso somando apenas o mercado dos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.

Foram as melhores 24 horas de qualquer produto lançado pelos diferentes meios de entretenimento (para se ter uma ideia, o Blu-Ray de Batman - O Cavaleiro das Trevas vendeu 600 mil unidades, rendendo no mesmo período US$ 21 milhões; e o livro Harry Potter e as Relíquias da Morte - último da série - vendeu 11 milhões de cópias e rendeu US$ 207 milhões), com a produtora norte-americana Activision embolsando do dia para a noite receita de US$ 310 milhões. Nos primeiros cinco dias os números chegaram a US$ 550 milhões. Hoje, a marca atingida passa do US$ 1 bilhão - e contando.

Segue o trailer.



Mas o que torna o game tão chamativo? "Call of Duty é uma série de prestígio desde quando nasceu, em 2003. O grande atrativo é o fato de tomar a pele de um soldado em meio à uma guerra fictícia que é, ao mesmo tempo, muito ligada à realidade", explica Flávio Croffi, jornalista especializado em games. "O fenômeno se deu muito pelo seu marketing, juntamente com o sucesso que o título anterior da série obteve".

No game em primeira pessoa, o jogador comanda personagens que viajam pelo mundo por paisagens como Rússia, Estados Unidos, Afeganistão e Cazaquistão, além de visita à Estação Espacial Internacional, em combates de guerra.

O jogo demorou dois anos para ser elaborado e custou mais de US$ 50 milhões para ser produzido. Ele contou com a participação de uma equipe com cerca de 100 pessoas. Esse número refere-se apenas aos envolvidos na parte eletrônica, sem levar em conta, por exemplo, integrantes do projeto relacionados a dublagem dos personagens e o compositor alemão Hans Zimmer, ganhador do Oscar de melhor trilha sonora por diversas vezes, que desenvolveu composições exclusivas para o projeto.

"É um jogo de guerra como qualquer outro, mas com uma atenção e verba excepcionalmente grandes dedicadas a roteiro, dublagens e design, entre outros elementos", diz Fabio Bracht, editor do blog Continue, destinado ao mundo dos games.

O grande investimento na sua produção se reflete na forma como o universo dos games é visto nos dias de hoje. O setor ganhou respeito e move bilhões de dólares anualmente. A chegada da recente geração de videogames foi fundamental para o bom momento do mercado e, em especial, do jogo em questão. "Essa é a geração de mais sucesso, mais marketing e mais dinheiro rolando. Ela conta com técnicas fantásticas de gráficos e de reprodução de um enredo jamais vistas", comenta o jornalista.

Além de todo o fenômeno envolvendo Modern Warfare 2, chama a atenção o fato de que uma das fases se passe no Rio de Janeiro. O objetivo é subir determinada favela carioca em busca de terroristas estrangeiros escondidos no local. A participação do cenário nacional tem causado diferentes reações.

Segundo Croffi, os fãs não ligam para esse tipo de 'homenagem' e estão mais preocupados em se divertir em qualquer campo de batalha. Já Bracht vê com bons olhos a iniciativa. "O brasileiro se sente excluído do mundo dos games. É sempre uma boa sensação quando um jogo, principalmente um desse porte, traz a imagem do Cristo Redentor ao fundo e alguns personagens falando em português."

Resta saber se os cariocas gostaram ou não de sua participação. Reza a lenda que eles se sentiram ofendidos por mostrarem apenas as coisas ruins que ocorrem nas favelas. Mas assim como foi com o episódio dos Simpsons que satirizou o cenários brasileiro, parece que a população ainda não está preparada para rir de si mesma. Mas quem sou eu para falar de conceitos e pré-conceitos?

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Onda de jogos musicais traz DJ Hero

A onda dos games musicais parece não ter fim. Agora, os fãs poderão criar suas próprias mixagens com DJ Hero, da Activision (também responsável pela série Guitar Hero). O jogo acaba de ser lançado no Exterior para PlayStation 2 (US$ 99,99) e XBox 360, PlayStation 3 e Wii (US$ 119,99).

Como sempre, nós também podemos encontrá-lo em lojas convencionais, não-convencionais. É importante lembrar que praticamente nunca um jogo é lançado oficialmente no Brasil.

O eclético acervo conta com cerca de 100 músicas, entre elas sucessos de:
- Foo Fighters (Monkey Wrench vs. Beastie Boys - Sabotage),
- Marvin Gaye (I Heard It Through The Grapevine vs. Gorillaz - Feel Good Inc.),
- Black Eyed Peas (Boom Boom Pow vs. Benny Benassi - Satisfaction),
- Tears For Fears (Shout vs. Eric B. & Rakim - Eric B. Is President)
- Beck (Where It's At vs. DJ Shadow - Six Days),
- Cypress Hill (Insane In The Brain vs. Classics IV),
- Vanilla Ice (Ice Ice Baby vs. MC Hammer - U Can't Touch This),
- Rihanna (Disturbia vs. The Killers - Somebody Told Me),
- Gwen Stefani (Hollaback Girl vs. Gorillaz - Feel Good Inc.),
- Jackson 5 (I Want You Back vs. Third Eye Blind - Semi-Charmed Lift)
- e Queen (Another One Bites The Dust vs. Beastie Boys - Brass Monkey),
entre outros artistas de diversas épocas.

O público poderá criar suas próprias versões de grandes hits internacionais com o chamativo controle em forma de pickup (abaixo), instrumento característicos dos DJs em suas performances.
Também está à venda a versão DJ Hero Renegade (US$ 199,99), que traz caixa com uma bancada especial e CDs com faixas dos rappers Jay-Z e Eminem.

Um dos destaques do game é a presença de versão eletrônica da popular dupla francesa Daft Punk (abaixo), que mixa composições como Around The World, Da Funk e Robot Rock com outras canções. O visual chamativo dos punkers os transformaram nas perfeitas figuras para liderar o projeto do game - tirando eles, DJ é tudo igual (pra mim, claro).

Sei lá, a ideia até que é bem interessante, principalmente pelo controle em foma de pickup. Mas acredito que fora isso, o jogo deve ficar meio cansativo logo no segundo dia. Algo me diz que esse negócio de games musicais está virando várzea já. Mas quem sou eu para falar de música eletrônica e apetrechos tecnológicos.

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Rockstars em versão Lego

Há mais de cinco décadas diversas gerações têm se acostumado a fazer suas próprias criações com milhares de peças de Lego. A inventiva e lúdica brincadeira tem explorado novas possibilidades e, nos últimos anos, também se aventurado no mundo dos games.

A mais nova empreitada é a versão Lego Rock Band, que chega às lojas com versões para o PlayStation 3, Xbox 360 e Wii, todas com preço de US$ 49,99, além do portátil Nintendo DS (US$ 29,99). Não há previsão para lançamento oficial no mercado brasileiro, mas não há nada que nos impeça de encontrá-lo em lojas especializadas e no sempre atraente comércio informal.

Aproveitando a onda de games musicais encabeçada por Guitar Hero e Rock Band, o jogo promete diversão ao transformar grandes ícones dos palcos em versões de suas famosas minifiguras.

Os fãs terão oportunidade de jogar com personagens baseados nas figuras do quarteto inglês Queen, comandado pelo saudoso vocalista Freddie Mercury e com participação do cabeludo guitarrista Brian May.

Em sua transposição para o "estilo Lego", o músico fez questão que seu característico penteado fosse mantido, alegando ser uma marca registrada em sua trajetória pessoal e profissional. No repertório do game, o grupo é representado pelas clássicas We Will Rock You e We Are The Champions.

Quem também marca presença em versão de pecinhas é o camaleônico David Bowie (abaixo) - com direito aos inusitados olhos bicolores. No palco virtual, o cantor mostra vitalidade em Let''s Dance.

Outra figura da indústria musical que faz parte da lista de artistas do jogo é o veterano Iggy Pop (abaixo). O roqueiro relembra o sucesso The Passenger em sua participação.

Completam a lista faixas como I Want You Back (Jackson 5), Fire (Jimi Hendrix), Ruby (Kaiser Chiefs), Breakout (Foo Fighters), Kung Fu Fighting (Carl Douglas), Every Little Thing She Does Is Magic (The Police) e You Give Love a Bad Name (Bon Jovi). Outras músicas poderão ser compradas nos serviços on-line de cada plataforma. Segundo a MTV Games, uma das produtoras do jogo, apenas canções apropriadas para todas as idades fazem parte de Lego Rock Band, voltado principalmente ao público infantil.

Essa não é a primeira vez que a empresa dos blocos coloridos se aventura no mundo dos games. A Lego já apresentou divertidas versões de Star Wars, Indiana Jones e Batman.

Os novos homenageados serão Harry Potter e seus amigos. O jogo, que une desafios vividos pelo bruxo em seus primeiros quatro anos na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, está sendo finalizado e será lançado no ano que vem.

Não sei quanto a vocês, mas sempre me diverti bastante com as velhas peça do Lego e acho bem bacana suas versões de personagens típicos da cultura pop. Só faltava o universo musical mesmo. PQP!!! Preciso comprar um videogame dos novos!!!

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Don't Stop me Now do Queen produzido com FX de Mario




Bem galera esse é mais um segundas-feiras e a falta do que fazer!

Você que está no escritório nesse dia ensolarado, pensando em como matar o tempo vai gostar disso! Se é fã de videogames, vai achar melhor ainda.

Abraços!



http://www.youtube.com/watch?v=bTo-wFfIXKo

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Guitar Hero 5 aposta em 'figurões'

Apesar de mobilizar toda a atenção, a brincadeira de ser um beatle irá bater de frente com a nova edição do rival de sua série virtual. É o novo Guitar Hero 5, com versões para PlayStation 2, PlayStation 3, Xbox 360 e Wii. Preço sugerido de R$ 249 (lógico, sem contar as queridas versões sem impostos). Pioneiro no ramo dos games musicais, o jogo aposta na união de sucessos de um vasto leque de artistas e nas figuras virtuais de ícones do rock para manter sua hegemonia.


O repertório abrange diferentes gerações musicais, sendo possível interpretar clássicos dos Rolling Stones, The Police, Queen, Bob Dylan, Rush e até sucessos de grupos mais recentes, caso de Blink 182, Coldplay, Muse, The Killers e Arctic Monkeys. Sem contar a presença dos ídolos contemporâneos Beck, Beastie Boys, Sonic Youth, Sublime e Smashing Pumpkins.


No total, 85 músicas podem ser jogadas. O número pode aumentar caso o jogador queira fazer download da lista existente em seu antecessor Guitar Hero World Tour.

A principal aposta dos produtores foi trazer para o videogame as performances de ícones do rock. O grande destaque é a presença de Kurt Cobain (abaixo), ex-líder do Nirvana. No palco virtual, ele canta o hit grunge Smells Like Teen Spirit. Alguns fãs já manifestaram insatisfação em ver o ídolo transformado em "tudo o que ele sempre odiou", referindose ao fato de Cobain sempre ter sido contra a mercantilização de seu trabalho e o culto à imagem.

Querendo ou não, é bem style ver o cara em um game. Dá o play se quiser dar uma conferida na performance do saudoso roqueiro.



Outro personagem jogável em Guitar Hero 5 é o mexicano Carlos Santana (abaixo). Esse sim um verdadeiro herói da guitarra, o músico apresenta versão ao vivo de No One To Depend On. Suas composições sempre se destacaram nas outras edições do jogo e sua presença é um grande atrativo para os fãs.

Completam o time de selecionáveis baseados em figuras reais Johnny Cash (Ring of Fire) e Shirley Manson, vocalista do Garbage (Only Happy When It Rains). A versão para o Xbox 360 permite que o público possa criar seu próprio avatar (personagem) na rede online da plataforma.

Todas as músicas possuem desafios para os diferentes instrumentos capazes de serem tocados. Uma das principais mudanças foi a implementação de novo sistema de pontuação, que se ajusta de acordo com o estilo e a dificuldade de cada jogador. Quando completadas por um grupo, incluindo a presença de guitarra, baixo, bateria e voz, há uma pontuação especial. No modo Party Play, você pode mudar de instrumento e alterar a dificuldade no meio da execução da música ­ além de seus amigos poderem entrar na brincadeira sem problemas.

Apesar do novíssimo lançamento, a Activision, empresa responsável pela série, já começa a mudar o foco. Agora, o objetivo é preparar terreno para a chegada de Guitar Hero: Van Halen, em dezembro.

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